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O desafio de automatizar sistema de fundição foi enfrentado pela Harting Electric (na cidade de Espelkamp, Alemanha) na fabricação de suas carcaças de conexão de alumínio. Seis células de fundição fabricam as carcaças dos conectores com paredes de pouca espessura (Figura 1). Figura 1: Legenda: Célula de fundição sob pressão para carcaças de conectores industriais na Harting Electric.
Braços robóticos retiram a peça fundida sob pressão da máquina e a interliga com as outras operações nos equipamentos periféricos. As demais células trabalham principalmente com séries menores. Nessas, foi somente automatizada a retirada das peças da máquina e a pulverização. De acordo com o gerente industrial da fabricação das carcaças, engenheiro Gerald Feichtinger, a automação das máquinas de fundição começaram em 1988. A fabricação, cada vez mais flexível, em relação às exigências do cliente e lotes bastante variados de produtos seriados, requer uma ampla automação para ser usada em etapas. O objetivo foi desenvolver uma fabricação automatizada através da interligação de operações de manuseio com as operações subseqüentes. A grande prioridade foi para uma produção com melhor qualidade e totalmente isento de falhas. As duas primeiras máquinas de fundição sob pressão foram automatizadas com os espaços existentes. Mesmo assim, ainda segundo o engenheiro, foi possível empregar todos os componentes dentro de um espaço mínimo. Durante a automação da fundição foi dada prioridade à padronização de marcas e modelos dos equipamentos. Desde já queria se evitar problemas de interfaceamento e dificuldades técnicas entre os componentes, a fim de reduzir no futuro o índice de paradas. A empresa esperou para iniciar seu processo de automação até que observasse vantagens por programas compatíveis, treinamento do pessoal, operação unificada, manutenção simplificada e um fornecimento de peças de reposição por preços reduzidos.
Curtos tempos de preparo com troca freqüente de moldes A Harting usa apenas máquinas de fundir sob pressão da marca Bühler, com forças de fechamento entre 2500 e 5300 kN. Todas as máquinas são abastecidas com uma liga única de alumínio por uma instalação central. O transporte do material líquido até os fornos de dosagem é feito por empilhadeiras. As máquinas fundem os diversos tipos de carcaça com moldes simples até moldes quádruplos (Figura 2). Figura 2 : Robô Reis tipo RV16 sai da posição de espera, entra na máquina aberta e retira uma peça quádrupla.
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