A força dos ventos era atribuída aos deuses no passado distante, e sempre fascinou filósofos e gênios de antigamente, tanto é que o próprio Leonardo DaVinci tentanva usar a resistência do ar para poder voar, assim como os pássaros.
A palavra pneumática vem do grego pneumátikos que significa “fôlego”, “alma”. A pneumática consiste no emprego do ar na ciência e na tecnologia.
Uma das grandes vantagens na utilização do ar como energia em uma indústria é o custo em comparação com um sistema hidráulico, porém é sabido que o forte da pneumática é sua velocidade e não a força como na tecnologia hidráulica, e por falta desta força os acidentes com máquinas pneumáticas são menos comuns, mas uma dica importante é nunca colocar a saída de ar em contato com os olhos, usando sempre óculos de proteção, pois uma simples fagulha pode cegar o operador.
O ar comprimido também é um poluidor sonoro, e por isso é importante também que o operador utilize proteção para os ouvidos ou silenciadores nas saídas de ar.
É comum nas indústrias a aplicação mista de pneumática (velocidade) e hidráulica (força e precisão), até mesmo por razões financeiras.
Para evitar a contaminação, por impurezas no ar, de alimentos na hora de sua fabricação, as empresas alimentícias empregam o ar puro para movimentar as suas máquinas e para obter este grau de pureza os compressores utilizam filtros de ar, tanto na entrada como na saída.
O “ar” (neste caso o oxigênio, mas podemos usar outros tipos de gases e até vapores) pode ser comprimido e expandido, desde que bem acondicionado. Com ele é possível amortecer pancadas fortes em movimentos suaves como é o caso de alguns amortecedores a ar, lembrando que existem os amortecedores a óleo, mas neste caso trata-se de hidráulica que é outra ciência. Este mesmo ar que se comprime para dar uma certa resistência ao impacto, serve de resistência ao ser extremamente rarefeito, sempre tendendo a voltar à posição de inércia se nada o segurar.