Se os temas “robótica” e “mecatrônica” já estão em alta em todos os níveis de ensino, a Guerra de Robôs tem um destaque ainda maior com a realização inclusive de
competições internacionais de altíssimo nível.
No entanto, quando se fala em Guerra de Robôs, o primeiro obstáculo que todos lembram é a inacessibilidade da tecnologia que um verdadeiro robô de combate deve possuir. Custo elevado, peças que não podem ser encontradas com facilidade e conhecimento de uma tecnologia que não está ao nosso alcance (senão dos estudantes mais avançados de cursos técnicos e engenharia) é o que logo vem à mente.
Isso já ocorreu quando tivemos que enfrentar o desafio de montar um veículo mecatrônico que estivesse ao alcance até mesmo dos estudantes de escolas de nível fundamental, sem tecnologia dominada ou recursos técnicos de um laboratório.
A criação do VM-1, publicado na Edição Número 3 desta revista, foi o resultado desse projeto.
Entretanto, não ficamos apenas nesse veículo. Nosso desafio seguinte foi fazer justamente o mesmo com um robô de combate. Trabalhamos no projeto com os nossos alunos do Colégio “Mater Amabilis”, de Guarulhos - SP, e o resultado é o ROBCOM que agora descrevemos neste artigo.
Usando peças absolutamente acessíveis, dando as possibilidades de criação sobre um projeto básico (altamente recomendada pelos parâmetros do ensino moderno), chegamos a um pequeno robô de combate que pode ser montado e controlado por estudantes até mesmo das últimas séries do ensino fundamental. O custo total estimado de cada robô, incluindo os componentes eletrônicos, não deverá superar os R$ 30,00.
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