Os detectores de mentira ou polígrafos operam baseados nas pequenas variações da resistência da pele do interrogado que ocorrem quando ele está sob tensão como, por exemplo, diante de uma pergunta para a qual ele tenda a responder com uma mentira.
Um preparo psicológico prévio que o leve a crer que o aparelho é infalível pode levá-lo a mudanças de comportamento, que ele procura esconder, mas que se refletem em alterações da resistência da pele.
Esse aparelho, assim como qualquer polígrafo, detecta essas pequenas variações de resistência de pele.
Outras aplicações interessantes para um aparelho com a capacidade de detectar estas variações são as relacionadas às pesquisas biológicas. Eletrodos fixados em plantas podem detectar, com esse aparelho, mudanças muito sutis da resistência, o que pode ser interpretado como mudanças de comportamento em determinados testes.
Experiências com a influência de campos magnéticos, radiação ultra-violeta, ou mesmo de substâncias químicas, podem ser programadas com a facilidade da detecção dos resultados apresentados por eles.
O circuito é alimentado pela rede de energia, mas o uso de um transformador com bom isolamento garante a segurança dos usuários, uma vez que eles devem estar em contato com eletrodos ligados ao circuito.
Deve ser tomado o máximo de cuidado com a escolha do transformador, se bem que um teste de isolamento inicial, antes de usar este componente, seja altamente recomendado.
O circuito possui vários controles como por exemplo, de ganho, equilíbrio e zeramento do instrumento, o que facilita sua utilização em diversas aplicações práticas.